
Pelas frestas da janela olhei
no quarto escuro entre as horas,
angustia doente.
Gemidos, açoites sangrentos,
correntes nos punhos e braços,
quarto escuro, um ser em anonimato.
O corpo atado a mil nós...
Paredes do quarto infestadas,
escrita por letras grifadas...
Maldade e inveja é prisão
do ser que entrou na contramão...
Sintomas da escuridão, um corpo caido no chão.
Ely Monteiro
Imagem: Google
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